Chave pública · Ed25519
k+jfPIox57yjD0jEBf+uPEkiLOUOarxC6HEyLrVedqY= Verificação
Quando o BirdAI lhe entrega o caderno do seu negócio, o ficheiro vai selado. Esta página tem a chave que lhe permite confirmar, sem depender de nós, que o que recebeu é exactamente o que saiu do sistema — e que ninguém lhe mexeu pelo caminho.
Chave pública · Ed25519
k+jfPIox57yjD0jEBf+uPEkiLOUOarxC6HEyLrVedqY= O caderno tem o que o sistema sabe do seu negócio: fornecedores, artigos, receitas, os botões do ponto de venda, e as contas do período. É o género de documento em que alguém pode ter interesse em mexer.
Existem duas chaves. A privada nunca sai do nosso servidor e é a única que consegue produzir o selo. A pública é esta, e serve só para verificar. Com ela consegue dizer se um selo é genuíno; não consegue fabricar nenhum — nem nós conseguimos fabricar um que passe noutra chave.
Repare onde ela está: aqui, e não dentro do ficheiro. Se a chave viajasse dentro do próprio caderno, quem o alterasse trocava também a chave e a verificação continuaria a dizer que estava tudo bem. É o mesmo que um selo em que o falsificador também faz o carimbo.
Abra o zip. Lá dentro está o manifest.json, com a
impressão digital (SHA-256) de cada ficheiro, e um
COMO-VERIFICAR.md com o passo a passo.
Compare a chave que o manifesto declara com a que está nesta página. Se forem diferentes, o caderno não veio de nós — por mais certo que pareça por dentro.
Confirme que as impressões digitais batem certo com os ficheiros. Se alguma não bater, aquele ficheiro foi alterado depois de sair do BirdAI.
Prova que o conteúdo não mudou desde que saiu do nosso sistema.
Não prova que os números estão certos. Isso lê-se em
cada ficheiro, no campo fonte: oficial quando
vem de um documento (factura com QR, extracto, fecho do ponto de
venda), humano quando foi alguém da gestão que o decidiu, e
assumido quando ainda está por confirmar. Onde não há
certeza, o caderno diz «por apurar» em vez de inventar um número.